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10月4日 Felicidade virtualFelicidade Virtual Gustavo de Oliveira Olinda
O homem, ao longo de sua história, organizou-se de milhares de formas diferentes; alcançou incrível progresso tecnológico; criou inúmeras formas de representação artística, entre outros grandes feitos. Porém, ao longo dessa mesma história, um ideal consolidou-se supremo, atemporal e universal, qual seja, a busca da felicidade. Tal ideal, sim, guardando-se a imensidão de formas que pode assumir, foi o grande combustível responsável pelo desenvolvimento humano. A atualidade não é diferente. O desejo de ser feliz enraíza-se cedo, e perdura por toda uma vida. Dada a importância do tema, o Instituto Datafolha divulgou uma pesquisa na qual 76% dos brasileiros entrevistados declaram-se felizes. Num país dito subdesenvolvido, vice-campeão em concentração de renda e onde mazelas da saúde, criminalidade e habitação atingem grande parte da população, qual seria o motivo de tanta felicidade? Há inúmeras possíveis respostas para essa questão. Uma delas se dá no fato de ser o brasileiro um povo internacionalmente tido como feliz e alegre, o que caracteriza como cultural a pré-disposição brasileira de possuir tal estado de espírito, independente de outros fatores. Outros atribuem essa felicidade ao conformismo em geral, representado pela empatia dos que estão em ainda piores condições, ou, ainda, à religiosidade, que costuma sustentar a tese de que o martírio da terra é o passaporte para o paraíso. Nada contra a felicidade. Mas seria essa, de fato, a verdadeira? Ou apenas reflexo espontâneo de um povo que cansou de esperar por melhorias sociais? Dizem que, em determinado momento, a dor é tamanha que não a sente-se mais. Seria esse o caso brasileiro? Para o povo, pouco importa.
9月1日 5 liçoes sobre Gestão EmpresarialEssse texto eu recebi da prima Graziana e achei muito interessante. Vejam: CINCO LIÇÕES SOBRE GESTÃO
Lição No.1 - Gestão do Conhecimento Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: "Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha." Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro "Quem era?" "Era o Bob, o vizinho da casa ao lado." - diz ela. "Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?" Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!! ---- Lição No.2 - Chefia e Liderança Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês". "Eu primeiro, eu primeiro." grita um dos funcionários. "Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puf! e ele se foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:" Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!" Puf e ele se foi. "Agora você" diz o gênio para o gerente. "Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço." - diz o gerente. Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro. ---- Lição Nº 3 - Zona de Conforto Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: "Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?" O corvo responde: "Claro, porque não?" O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho. Moral da História: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto. ---- Lição Nº 4 - Motivação Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome. Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr. ---- Lição Nº 5 - Criatividade Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés ! Moral da História: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos. 8月24日 Algumas curiosidades
U Recordes da naturezaA maior cordilheira Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros. A maior ilha Groenlândia, com 2.175.600 km2. A montanha mais alta Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros. A principal queda d'água Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura. O lago mais alto O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar. O lago mais profundo Lago Baikal, Rússia, com
1.620 metros. O maior golfo Golfo do México, com 1.502.200 km2. O maior lago Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade. O maior rio em extensão Amazonas, com 7.025 quilômetros. O maior vulcão Gallatiri, Chile, com 6.060 metros. O oceano mais profundo Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros. O ponto mais alto Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar. O ponto mais baixo Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar. O ponto mais chuvoso Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm. O ponto mais frio Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983). O ponto mais quente El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922). O ponto mais seco Deserto de Atacama, no Chile, sem chuvas do ano de 400 a 1971. 8月10日 Biografia de Pedro de Araujo Lima (Marquês de Olinda)O visconde com grandeza e marquês de OLINDA foi Pedro de Araújo Lima que nasceu em 22 de Dezembro de 1793,no lugar denominado Antas,em PE e faleceu no RJ em 7 de Junho de 1870.Era filho do capitão Comandante de Distrito,Manuel de Araújo Lima e de Ana Teixeira Cavalcanti,naturais de PE;neto paterno do Sargento-Mór Antonio Casado Lima e materno de Pedro Teixeira Lima Cavalcanti,ambos naturais da mesma província.Casou com Luiza de Figueiredo de Araújo Lima que faleceu no RJ em 13 de Novembro de 1873 com geração.Grande vulto político do 1º e 2º Império.Doutor em Cânones em 1819,formado pela Universidade de Coimbra.Foi Regente do Império desde 18 de Setembro de 1837 até 22 de Julho de 1840.Deputado por PE às /Cortes Portuguesas (1821-1822),e e na Assembléia Constituinte de 1823 representou a sua província nas 1ª,2ª e 3ª legislaturas da Assembléia Geral de 1826 a 1837.Em 1837 foi nomeado Senador pela Província de PE,Ministro de Estado na pasta do Império do 3º Gabinete de 1823,no 7º de 1827da Justiça e interinamente dos Estrangeiros no 2º Gabinete de 1837,Presidente do Conselho dos Ministros várias vezes,exerceu ainda muitas vezes o cargo de Ministros em quase todas as pastas até 1865.Conselheiro de Estado em 1842,Diretor da Academia de Direito de Olinda;era sócio fundador do IHGB desde 1838.Grande do Império,Oficial da Imperial Ordem da Rosa,da Imperial Ordem do Cruzeiro,Grã-Cruz da imperial Ordem de Cristo da de Santo Estevão,da Hungria;da Legião de Honra,da França;da de N.S.de Guadalupe,do México;da dês.Maurício de S.Lazaro de Sardenha e da de Medjidié,da Turquia.Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Adenda
Pedro de Araújo Lima - agraciado com o título ( Dec 18.07.1841 ) de Visconde com honras de grandeza de Olinda; elevado ao título ( Dec 02.12.1854 ) de Marquês de Olinda. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, em Pernambuco. Neto paterno de Antonio Casado de Lima, filho de Damião Casado de Lima e Ana Maria da Conceição; e de Margarida Bezerra Cavalcanti, filha de Manoel de Araújo Bezerra e Ana de Nazareth Cavalcanti. Neto materno de Pedro Teixeira de Lima Cavalcanti e de Luiza dos Prazeres Cavalcanti de Albuquerque. Casou-se no Rio de Janeiro em 05.06.1828 com Luiza Bernarda de Figueiredo, nascida em 30.05.1808, Rio de Janeiro e falecida em 13.11.1873, tb no Rio.
Colaboradora
Regina Cascão = Fonte: arquivos de Carlos Eduardo Barata e anotações familiares, uma vez que Rita Florencia de Lima, irmã do Marquês, era tetravó de Regina, casada com seu tetravô José Gonçalves Pereira. Primeiros descendentes do Marques de OlindaFonte: Site Genealogia Pernambucana
Luiza Bambina de Araujo Lima
| Parentesco Nome: Luiza Bambina de Araujo Lima Nascimento: 01-04-1829 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 07-07-1896 em: Rio de Janeiro,RJ Idade: 67 anos, 3 meses e 6 dias, em 07-07-1896.
Pai: Pedro de Araujo Lima Mãe: Luiza Bernarda de Figueiredo Notas: Em sua homenagem, a Rua Bambina , no bairro de Botafogo. Por sue casamento na família Araújo, do RJ, tornou-se em 1876, a viscondessa com honras de grandeza de Pirassununga e matriarca da família Olinda, do Rio de Janeiro.
Filhos com Nome: Joaquim Henrique de Araujo Nascimento: 13-06-1821 em: Falecimento: 14-10-1883 em: Idade: 62 anos, 4 meses e 1 dia, em 14-10-1883.
Casamento: 02-12-1843 em: Igreja S.José,Centro,Rio,RJ Pai: Joaquim Henrique de Araujo Mãe: Maria Bebiana de Araújo 1º Filho: Joaquim Henrique de Araujo Olinda Nascimento: 26-09-1844 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 22-03-1910 em: Paris,França Idade: 65 anos, 5 meses e 24 dias, em 22-03-1910.
2ª Filha: Luiza de Araujo Nascimento: 26-10-1845 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 29-08-1894 em: Rio de Janeiro,RJ Idade: 48 anos, 10 meses e 3 dias, em 29-08-1894.
3º Filho: Pedro de Araujo Lima (neto) Nascimento: 09-03-1850 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 25-10-1863 em: Rio de Janeiro,RJ Idade: 13 anos, 7 meses e 16 dias, em 25-10-1863.
4ª Filha: Maria Bibiana de Araujo Nascimento: 18-01-1847 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 23-10-1940 em: Rio de Janeiro,RJ Idade: 93 anos, 9 meses e 5 dias, em 23-10-1940.
5ª Filha: Guilhermina de Araujo Nascimento: 1860 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 04-05-1862 em: Rio de Janeiro,RJ Idade: Aproximadamente 2 anos, em 1862.
Joaquim Henrique de Araujo Olinda
| Parentesco Nome: Joaquim Henrique de Araujo Olinda Nascimento: 26-09-1844 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 22-03-1910 em: Paris,França Idade: 65 anos, 5 meses e 24 dias, em 22-03-1910.
Pai: Joaquim Henrique de Araujo Mãe: Luiza Bambina de Araujo Lima
Filhos com Nome: Luiza Clemente Faro Nascimento: 29-02-1860 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 24-06-1927 em: Rio de Janeiro,RJ Idade: 67 anos, 3 meses e 26 dias, em 24-06-1927.
Casamento: 10-11-1887 em: Rio de Janeiro,RJ Pai: Antonio Pereira de Faro Mãe: Francisca Clemente Pinto 1ª Filha: Laura de Araújo Nascimento: 20-10-1878 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 08-02-1896 em: Rio de Janeiro,RJ Idade: 17 anos, 3 meses e 19 dias, em 08-02-1896.
Notas: Solteira, sem descendência 2ª Filha: Luiza de Araujo ( sobrinha) Nascimento: 03-10-1879 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 22-05-1929 em: Paris,França Idade: 49 anos, 7 meses e 19 dias, em 22-05-1929.
3º Filho: Joaquim de Araujo Olinda Nascimento: 26-12-1880 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 13-04-1920 em: Paris,França Idade: 39 anos, 3 meses e 18 dias, em 13-04-1920.
Notas: Faleceu solteiro 4º Filho: Eurico de Araujo Olinda Nascimento: 1882 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 25-02-1928 em: Fortaleza,CE Idade: Aproximadamente 46 anos, em 1928.
Notas: Faleceu solteiro. 5ª Filha: Georgina de Araujo Olinda Nascimento: 27-11-1883 em: Rio de Janeiro,RJ Falecimento: 1960 em: Paris,França Idade: Aproximadamente 77 anos, em 1960. HeráldicaHeráldica A heráldica surgiu durante as Cruzadas e rapidamente se espalhou por toda a Europa, basicamente fora utilizada para identificar os soldados em batalhas campais já que os soldados não podiam ser reconhecidos apenas por suas armaduras e/ou elmos. Porem somente após o século XII começou a obedecer preceitos gerais, no século XIII a heráldica tornou-se tão popular que passou a existir como uma ciência a parte, na verdade a heráldica foi considerada como uma ciência e arte. Os brasões não eram dados ao acaso para cada pessoa, inicialmente tiveram suas origens em atos de coragem e bravura efetuados por grandes cavaleiros, tendo sido uma forma de homenagear os lutadores e suas famílias, posteriormente, como era um forte ícone de status passou a ser conferido a famílias nobres a fim de identificar o grau social da mesma, em resumo, somente os heróis ou a nobreza possuíam tal ícone e o poderiam transmitir a seus descendentes. A palavra brasão vem do alemão arcaico Brazen e significa "tocar trombetas", de fato, os arautos antes de lerem os decretos tocavam trombetas com bandeirolas blasonadas para chamara atenção dos passantes. Na idade média (476-1453), os heraldistas (heraldos) eram as pessoas que dirigiam os torneios e examinavam a qualidade dos cavaleiros que, por sua vez, usavam o brasão de armas no qual figuravam os símbolos de sua nobreza. Portanto, o brasão era, para os antigos da Idade Média, a insígnia, a bandeira da família e, como tal, honrado e transmitido de pai para filho. Na Inglaterra os heraldistas eram formados pelo Colégio de armas (1484), já na Escócia pela Corte do Lord Lyon (1592).
Ao Marques de Olinda forma atribuidas as seguintes armas: "Escudo esquartelado: No primeiro quartel as armas dos Casados, que são: em campo vermelho,três bandas de prata e sobre cada uma três molhos de trigo de sua cor, com espigas; No segundo as armas dos Limas, que são: escudo partido em pala, a 1ª de Aragão, em campo de ouro quatro barras vermelhas; e a segunda pala esquartelada de Silva e Souto-Maior,que são: Silva,em campo de prata um leão de púrpura armado de azul, e Souto-Maior, em campo de prata três faxas enxaquetadas de ouro e vermelho; No terceiro quartel as armas dos Cavalcantis, que são: em campo de prata com uma asna azul e o campo de cima vermelho semeado de flores de prata de quatro folhas; No quarto quartel as armas dos Araújos,que são:em campo de prata,uma aspa azul com cinco besantes de ouro. Timbre: dos Casados que é três molhos de trigo de sua cor com espigas. Paquife: dos metais e cores das armas; e por diferença uma brica azul com uma estrela de ouro. Brasão passado em 30 de Outubro de 1828. Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.2
Para a familia Olinda de origem italina não foram encontrados registros de armas. Regencia de Araujo Lima - 1837/1840REGÊNCIA DE ARAUJO LIMA -1837-1840
O governo de Pedro de Araújo Lima que mais tarde recebeu o título de Marques de Olinda terminou antes dos quatro anos previstos pelo Ato Adicional, em virtude da antecipação da maioridade de D.Pedro II. Os ministros que participaram da Regência de Araújo Lima foram escolhidos entre os mais ilustres deputados brasileiros. Faziam parte do Ministério: Bernardo Pereira de Vasconcelos e Miguel Calmon du Pim e Almeida.O gabinete era conhecido como Ministério da Capacidade Pedro de Araújo Lima (Serinhaem, PE, 1793, Ý 1870), Marquês de Olinda em 1854, regente do Império, era filho de Manuel de Araújo Lima e de Ana Teixeira Cavalcanti; deixou descendentes apenas pela filha Luisa Bambina (1829-1896), viscondessa de Pirassununga. Descendentes do Marquês de Olinda existem apenas através do visconde de Pirassununga. Deste era bisneta (ver Moya, AGB III) Sylvia Regis de Oliveira, princesa de Faucigny-Lucinge, casada com Jean-Louis de Faucigny-Lucinge, e mãe de Georgina Brandolini (casada numa família nobre de Veneza). Há um retrato memorável de Sylvia Regis de Oliveira no livro de memórias de Carolina Nabuco, jogando tênis no Petrópolis Tennis Club, hoje Petropolitano, nos anos 30. E Jorge Luis Borges (que fazia muito isso) cita-a já como princesa de Lucinge no conto *Tlön, Uqbar, Orbis Tertius*. Francisco Antonio Doria
Olinda - Il nome è presente nel Nord e nel Centro, soprattutto nella provincia di Bologna. Secondo alcuni rappresenta una variante di Olinto, il nome dell'antica città greca distrutta nel 348. La sua diffusione comunque è avvenuta soprattutto per la fama del personaggio cristiano della Gerusalemme liberata di Torquato Tasso, innamorato di Sofronia e con lei condannato al rogo dal re saraceno Aladino, poi salvato da Clorinda. Fin da bambino 0lindo si lascia guidare solo dalle sue sensazioni e dal suo intuito. Non conosce nè la logica nè il ragionamento, compie le sue azioni fidandosi di ciò che sente. Testardo, ambizioso, coraggioso, 0lindo si innamora di tutte le donne che incontra e non fa segreto delle sue infedeltà. Elegante, dolce e seducente, le donne lo lasciano fare anche se sanno sin dal principio che lo potranno avere solo per poco. Significato Dei Nomi Olinda - GenealogiaGenealogia
O visconde com grandeza e Marquês de Olinda foi Pedro de Araújo Lima que nasceu em 22 de Dezembro de 1793,no lugar denominado Antas,em PE e faleceu no RJ em 7 de Junho de 1870.Era filho do capitão Comandante de Distrito,Manuel de Araújo Lima e de Ana Teixeira Cavalcanti,naturais de PE;neto paterno do Sargento-Mór Antonio Casado Lima e materno de Pedro Teixeira Lima Cavalcanti,ambos naturais da mesma província. Casou com Luiza de Figueiredo de Araújo Lima que faleceu no RJ em 13 de Novembro de 1873 com geração. Grande vulto político do 1º e 2º Império.Doutor em Cânones em 1819,formado pela Universidade de Coimbra.Foi Regente do Império desde 18 de Setembro de 1837 até 22 de Julho de 1840.Deputado por PE às /Cortes Portuguesas (1821-1822),e e na Assembléia Constituinte de 1823 representou a sua província nas 1ª,2ª e 3ª legislaturas da Assembléia Geral de 1826 a 1837.Em 1837 foi nomeado Senador pela Província de PE,Ministro de Estado na pasta do Império do 3º Gabinete de 1823,no 7º de 1827da Justiça e interinamente dos Estrangeiros no 2º Gabinete de 1837, Presidente do Conselho dos Ministros várias vezes,exerceu ainda muitas vezes o cargo de Ministros em quase todas as pastas até 1865.Conselheiro de Estado em 1842,Diretor da Academia de Direito de Olinda;era sócio fundador do IHGB desde 1838.Grande do Império,Oficial da Imperial Ordem da Rosa,da Imperial Ordem do Cruzeiro,Grã-Cruz da imperial Ordem de Cristo da de Santo Estevão,da Hungria; da Legião de Honra,da França;da de N.S.de Guadalupe,do México;da dês.Maurício de S.Lazaro de Sardenha e da de Medjidié,da Turquia.Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Adenda - Pedro de Araújo Lima - agraciado com o título ( Dec 18.07.1841 ) de Visconde com honras de grandeza de Olinda; elevado ao título ( Dec 02.12.1854 ) de Marquês de Olinda. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, em Pernambuco. Neto paterno de Antonio Casado de Lima, filho de Damião Casado de Lima e Ana Maria da Conceição; e de Margarida Bezerra Cavalcanti, filha de Manoel de Araújo Bezerra e Ana de Nazareth Cavalcanti. Neto materno de Pedro Teixeira de Lima Cavalcanti e de Luiza dos Prazeres Cavalcanti de Albuquerque. Casou-se no Rio de Janeiro em 05.06.1828 com Luiza Bernarda de Figueiredo, nascida em 30.05.1808, Rio de Janeiro e falecida em 13.11.1873, tb no Rio.
O 1o Barão, a 6/12/1854 e Visconde, com grandeza a 14/3/1867, de RIO PRETO foi Domingos Custódio Guimarães que faleceu a 7/7/1868, conforme o mausoléu no cemitério do Riachuelo, em Valença, RJ, onde foi vereador por 2 períodos, 1861-1864 e 1865-1868, sendo decretado pela Câmara, a 14/7/1868, 8 dias de luto pela morte do Visconde. Foi Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da Real Ordem de Cristo. Foi provedor da Santa Casa de Misericórdia de Valença. O Visconde era filho de Pedro Custódio Guimarães e Teresa Maria de Jesus. Casou-se na 1a vez com Faustina Xavier Pestana, falecida sem sucessão. Casou-se na 2a vez com, Maria das Dores de Carvalho, falecida em Valença a 12/1/1873, filha de Joaquim Inácio de Carvalho e Cândida Umbelina de São José. Tiveram 2 filhos: 1o) Maria Amélia, casada com o Comendador Domingos Teodoro de Azevedo Jr., com 10 filhos: Maria Amélia, Eugênia, Alberto, Augusto, Leonor, Adolfo, Alceu, Domingos Teodoro, Domingos Custódio e Branca. 2o) Domingos Custódio Guimarães Filho, 2o Barão de Rio Preto a 23/9/1874, casado com Maria Bibiana de Araújo, (filha do Visconde de Pirassununga e neta do Marquês de Olinda), com 6 filhos: Domingos, Artur, Pedro, Carlos, Marieta e Julieta. Colaboração de Aníbal de Almeida Fernandes
Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Nicolo Olinda, nasc. a 08.04.1949, em Patti, Província de Messina, Itália.
Interessante
Rua Bambina – Homenagem a Dona Luísa Bambina de Araújo Lima, neta do Conselheiro José Bernardo de Figueiredo, Presidente do Tribunal Superior de Justiça. Luísa era filha do Marquês de Olinda e futura Viscondessa de Pirassinunga. O nome Bambina era comum na Itália por fazer referência à Nossa Senhora Menina. (...) (...) O desembargador e Ministro do Supremo Tribunal de Justiça, Conselheiro José Bernardo de Figueiredo, havia adquirido, por meios ilícitos, terras bem próximas à Facha. Seu genro era Pedro Araújo Lima, o Marquês de Olinda, pai de Luíza Bambina de Araújo Lima. Figueiredo mudou o nome da então Rua do Boi para Bambina e abriu a Rua Olinda, posteriormente Marquês de Olinda. (...) Origem dos OlindasOrigens dos Olindas
O sobrenome familiar Olinda foi considerado como sendo de origem nobiliárquica, cujo título provém da cidade do mesmo nome (Olinda - Pernambuco), nobiliarquia é um termo que vem do latim nobile (nobre) e do grego arché (governo) e trata dos registros dos sobrenomes, origens e tradições de famílias nobres de uma província, nação, etc., e também de seus brasões, de seus feitos, serviços, etc. O termo Olinda foi um sobrenome adotado por alguns descendentes do Marques de Olinda, membro da importante família Araújo Lima, de Pernambuco. Adotaram este título como forma de sobrenome familiar, os descendentes de Luiza Bambina de Araújo Lima [01.04.1829, Rio, RJ - 07.07.1896, Rio, RJ], filha do Marques de Olinda. Por seu casamento, em 1843 - do qual deixou importante descendência - com Joaquim Henriques de Araújo, integrante de uma das importantes famílias Araújo, do Rio de Janeiro, tornou-se, em 1876, a viscondessa com honras de grandeza de Pirassinunga. O nome da cidade se deve ao fidalgo português Duarte Coelho que recebeu em 1534, por doação real, a capitania de Pernambuco, no nordeste do Brasil. Reuniu sua família e amigos e chegou à ilha de Itamaracá em 9 de março de 1535. No final daquele mesmo ano, em busca de um lugar seguro para edificar seu castelo e iniciar uma povoação, chegou às colinas próximas ao mar e, segundo as mais difundidas versões para o nome da cidade, teria exclamado: "Oh! Linda situação para se construir uma vila!". Dois anos depois, em 12 de março de 1537, escreveu o Foral de Olinda, um precioso documento que mencionava tudo aquilo que já existia na vila fundada e distribuia os seus espaços entre aqueles que vieram com ele para o trabalho de implantação da Nova Lusitânia. Cabe aqui salientar que existe uma familia de origem italiana cujo sobrenome foi Olinda, trata-se de um sobrenome raro mesmo na Italia, neste caso o termo seria uma variação de Olinto, nome de uma antiga cidade grega que foi tranformado em um nome proprio feminino, desta forma este sobrenome seria então um matronimico.
Sobrenomes - HistóriaHistoria Os cognomes, apelidos, sobrenomes ou nomes de família já eram utilizados na antigüidade, dizem os especialistas que o primeiro povo conhecido a se utilizar de sobrenomes foram os chineses. Entre as historias mais famosas distingue-se a do imperador Fushi que decretou o uso de sobrenomes (ou nomes de família) no ano 2850 a.C. Os romanos possuíam um sistema próprio de distinguir uma pessoa de outra pelo nome e por outros apostos a ele, pela historia desse povo, julga-se que este sistema tenha surgido em épocas remotas e que já fosse de uso comum logo após o inicio da expansão do poderio de Roma, os romanos possuíam um sistema pelo qual identificavam no nome do indivíduo qual seu clã de origem, foi uma forma de se identificar um grupo familiar em especifico, porem, com a queda do Império Romano em 476 d.C. este sistema virtualmente deixou de existir, caindo em desuso. Na idade média (476-1453) passou, pois, a vigorar tão somente o nome de batismo para designar, distinguir e caracterizar as pessoas. Fala-se em nome de batismo porque, na época da queda do Império Romano Ocidental, a península itálica já era praticamente toda cristã. Por outro lado, os povos invasores foram cristianizados em massa no período que se segue à desagregação do Império. O cristianismo se tornou um elemento aglutinador que aproximou todos estes povos. O estabelecimento de vários povos estrangeiros introduziu uma grande variedade de nomes e palavras que paulatinamente foram sendo latinizadas, salienta-se que os povos estrangeiros não possuíam a tradição da sobrenominização das pessoas, fato este que influiu sistematicamente no abandono de tal costume. O aporte de grande acervo de novos nomes, trazidos pelos povos invasores, principalmente germânicos, o abandono da sistemática latina de individualizar pessoas, a influencia do cristianismo que difundia os nomes de seus mártires e santos criaram uma confusão generalizada. Os nomes se repetiam com freqüência o que tornava difícil distinguir um indivíduo de outro. Surgiu então a necessidade de se estabelecer uma modalidade para se distinguir um cidadão do outro, para tal finalidade foram criadas algumas formulas que auxiliavam em tal distinção. Na verdade, não foram estabelecidas normas baixadas pôr autoridades, mas sim o surgimento de um modo espontâneo na pena do escrivão, no convívio social e na linguagem popular que inventava formas para distinguir os dez ou vinte Johannes (João) que viviam na mesma comunidade. Os primeiros registros do uso de sobrenomes familiares como hoje os conhecemos foram encontrados por volta do século VIII, ou seja após o ano 701 d.C. Na Inglaterra por exemplo, só passaram a ser usados depois de sua conquista pelos normandos, no ano de 1066. Foi só no inicio do renascimento que os cognomes voltaram a ter aceitação geral. No ano de 1563, o Concílio de Trento concretizou a adoção de sobrenomes, ao estabelecer nas igrejas os registros batismais, que exigiam, além do nome de batismo, que teria de ser um nome cristão, de santo ou santa, um sobrenome, ou nome de família. Como iniciar um apesquisa genealógica - Parte IIFase de Apuração (entrevistas) 1. Comece por você mesmo! Consulte seu próprio registro de nascimento. No seu assentamento, já constam os nomes de seus pais, dos avós maternos (pais da sua mãe) e dos avós paternos (pais do seu pai). Se você consultar a certidão de seus pais, o que não é difícil, terá pelo menos os nomes de uma uma geração. 2. Depois, pergunte a eles seus nomes completos, incluindo quaisquer nomes que eles têm ou possam ter tido tiveram no passado, e que não aparecem agora na sua certidão de nascimento. Especialmente as mulheres costumam mudar de sobrenome depois de se casarem. 3. Pergunte a eles os locais e datas de nascimento e de casamento. Pergunte os cartórios onde foram registrados e casados e, se houve cerimônia religiosa, as Igrejas (e cidades) onde foram batizados e se casaram. 4. Pergunte especialmente aos seus avós os nomes de seus pais e nomes de seus próprios avós, especialmente se não houver certidões disponíveis. Recorra aos parentes mais idosos, caso seus avós sejam falecidos. Indague sobre quaisquer sobrenomes que eles possam ter usado no passado e não usam mais. Isso acontece geralmente com as mulheres quando se casam e com imigrantes que têm muitas grafias diferentes nos nomes. Também as razões políticas fizeram com que sobrenomes antes usados fossem abandonados. Isso aconteceu entre os judeus, árabes, italianos e alemães. E mesmo entre as famílias de sobrenome brasileiro (ou português), isso aconteceu com membros perseguidos por governos ditatoriais. 5. Apelidos, nomes de guerra (usados nas Armas, na aviação comercial), pseudônimos (escritores e jornalistas) ou nomes artísticos também são importantes e devem ser registrados. 6. Os avós e idosos da família -- tios, primos -- muitas vezes sabem os locais e as datas de casamento de seus próprios pais. Confira ! 7. Às vezes, muitos casais não eram efetivamente casados ou se casaram depois de uma gravidez. Antigamente, nos lugares mais distantes, as pessoas só se casavam quando aparecia um padre ou um juiz-de-paz. Por isso é comum os avós dizerem que "não se lembram" da data ou que não sabem. Eles não agem assim porque querem deliberadamente mentir, mas porque estão preservando valores morais importantes na geração deles. 8. Explique-lhes que para você é mais importante ter os dados corretos a ter informações distorcidas. E, especialmente, que você não está julgando ninguém. Seja muito delicado.Não deixe de ler o link Questões delicadas! 9. Pergunte ainda aos familiares idosos se cresceram na mesma cidade na qual nasceram. Para onde se mudaram? Por quê? Quantas vezes se mudaram? Quem nasceu onde? 10. Pergunte a origem da família. Se descendem de estrangeiros? Quando vieram para o nosso país?Em que condição vieram esses ancestrais? 11. Todos são deste Estado ou alguém veio de outra região ou de outro Estado? 12. Nas famílias com ascendência estrangeira, é importante perguntar não apenas o país de origem, mas a cidade, a região e as causas que levaram à imigração. 13. Alguém se lembra o nome do navio em que vieram os ancestrais? 14. Em que ano esses ancestrais imigraram? 15. Recorde-se que os portugueses que vieram para cá antes de 1822 (ano da Indpendência) não são imigrantes, mas colonizadores. Assim, não vai adiantar fazer buscas em navios de imigrantes se os seus portugueses vieram para o Brasil como colonizadores. 16. Famílias descendentes de negros podem até saber de qual lugar da África vieram seus avoengos. Infelizmente, a maioria dos documentos relacionados com a Escravatura foram destruídos. Não foi um ato historicamente correto, mas juristas sustentam que se isso não tivesse sido feito, muitos fazendeiros teriam tentado acionar a Coroa (depois a União) juridicamente, para obter ressarcimento dos prejuízos. Hoje, muitas cidades do Brasil possuem grupos de pesquisa das raízes africanas. 17. Procure fotos antigas, quadros, pinturas, desenhos e identifique as pessoas desconhecidas junto aos mais velhos. 18. Em resumo:recolha da família, principalmente dos membros mais velhos, o maior número possível de informações, desde o nome de todos os parentes que se lembrem, as datas e locais dos respectivos nascimentos, batizados, casamentos e óbitos, profissões, atividades sociais, nomes dos cônjuges dos filhos, cargos públicos, bens patrimoniais (sobretudo casas, sítios e fazendas). 19. Ouça, grave ou registre todas histórias, fatos ou lendas das famílias. Verdadeiras ou não, elas sempre são pistas de pesquisa. 20. Anote informações avulsas, referências bibliográficas, manuscritos. 21. Recolha os dados não só dos antepassados diretos, mas se for possível também dos colaterais (tios, primos em vários graus), para a árvore ficar bem completa. Quando citados os padrinhos e testemunhas, aponte seus nomes, pois muitas vezes são parentes.
Fase de Organização 22. Durante a fase de apuração, reúna os originais ou fotocopie todo e qualquer documento que possa servir de fonte e de comprovação: certidões de nascimento, casamento, divórcio e óbito e de alistamento militar, atestados de batismo e de 1ª eucaristia, profissões de fé, atestados, diplomas, inventários, partilhas, títulos, CPF, carteira de identidade, carta de motorista, título de eleitor, passaportes, testamentos, crachás de empresas, boletins de escola, carteirinha de clube... Uma boa fonte de informação são os "santinhos" de 1ª comunhão, crisma e missas de 7º dia. 23. Lembre-se: a pesquisa genealógica tem mais valor quanto maior for o número de "provas documentais" daquilo que se afirma. Arquive todos os documentos e imagens. Se você for familiariarizado(a) com informática, a parte significativa deste material pode ser escaneada ou gravada e depois armazenada junto com os demais dados do indivíduo no seu software de genealogia. Fase de Lançamento de Dados 24. Lance todos os dados encontrados até então num papel (formulários e diagramas de grupos e de linhagem) ou use um software de genealogia que facilita muito o trabalho. É claro que durante a fase de apuração, você já vai ter de usar rascunhos desses diagramas, para não se perder em nome de todos os avoengos. Nos ícones à direita: Caminho das Pedras Navegação & Links e Programas Grátis e Demo, você encontrará disponíveis os gráficos, materiais e softwares citados.
Fase de Verificação Verifique (de preferência junto com outra pessoa) todos os dados recolhidos e apontados, conferindo datas e locais lançados com o que está escrito nos registros de nascimento/ batismo, casamento e óbito de cada um dos antepassados, começando pelos pais, passando aos avós, indo aos colaterais e assim por diante... Livros de Genealogia podem ser uma excelente fonte de informações. Se você conseguir entroncar um ramo de sua família com as famílias citadas nos livros certamente dará um grande passo na sua pesquisa. Mas cuidado: Nem sempre o que se diz nesses livros é correto, exato ou mesmo verdadeiro. Procure confirmações documentais e especialmente troque idéias nas Listas de Discussão de Genealogia. Sempre há pesquisadores muito mais experientes e versados que podem fornecer uma boa orientação. Como iniciar uma pesquisa genealógica - Parte IFazer uma pesquisa genealógica é uma atividade prazerosa e divertida Qualquer pessoa bem alfabetizada é capaz de fazer sua pesquisa e lançar os dados colhidos em folhas de papel ou em softwares específicos. Só o fato de você ter chegado a esta página, pela Internet, comprova que você é capaz. No entanto, ser um pesquisador de Genealogia exige algumas qualidades pessoais 1. Você tem que gostar do assunto. 2. Pergunte a seus próprios botões por que você está querendo iniciar uma pesquisa genealógica? 3. Se a resposta for por razões afetivas, culturais, ou religiosas, porque gosta de História ou porque acha que a trajetória da sua família "dá um romance", congratulações! Você tem a qualidade mais importante para ser um investigador genealógico: o prazer pelo assunto. Mas atenção: você tem de pesquisar! Ninguém vai fazer a investigação genealógica por você. Pode até contratar um profissional se quiser encurtar o caminho e tiver recursos financeiros para isso. Mas ninguém pesquisará tão bem seus ancestrais como você mesmo. 4. Se você estiver fazendo uma pesquisa apenas para obter cidadania de países europeus, é bem capaz que uma assessoria profissional faça a tarefa mais rápido. E é uma ótima opção no caso. Mas se contratar um profissional for economicamente inviável, saiba que você vai trabalhar duro para ter sua árvore... nem que seja só daquele ramo do avô imigrante, cuja nacionalidade vai lhe garantir um passaporte da Comunidade Européia. E apesar de toda a pilha de documentos que cada estado-membro da CE exige, saiba que essa é uma pesquisa genealógica superficial. (Leia depois quem tem direito à Cidadania Européia) 5. Listas de discussão, fóruns, grupos de ajuda pela Internet ou fora dela, o site dos mórmons e outros constituem maravilhosos recursos tecnológicos de pesquisa genealógica. Mas não são a sua pesquisa! Tudo isso é apenas ferramenta!Atenção: De nada adianta entrar numa lista de discussão e perguntar coisas do tipo "descendo de uma família Oliveira, do Paraná, podem me indicar minha genealogia?" Ora, não seja ingênuo(a). Quantos Oliveiras existem em todo o Paraná? Quantos já passaram por lá e deixaram o Estado? Quantos Oliveiras foram e vieram? Quantos deixaram de assinar esse nome? Quantos ramos de Oliveiras vieram de Portugal? Quantos foram "inventados" aqui? Quantos Olivieri e Oliveros não foram "transformados" em Oliveira? Você tem de ser mais preciso, mais específico. As respostas estão na sua própria família. Há que se investigar, que perguntar, que escarafunchar os documentos, telefonar para os parentes afastados. Leia com atenção o Pequeno e Despretensioso Manual para Principiantes
6. Os avós e idosos da família -- tios, primos -- muitas vezes sabem os locais e as datas de casamento de seus próprios pais. Confira ! 7. Às vezes, muitos casais não eram efetivamente casados ou se casaram depois de uma gravidez. Antigamente, nos lugares mais distantes, as pessoas só se casavam quando aparecia um padre ou um juiz-de-paz. Por isso é comum os avós dizerem que "não se lembram" da data ou que não sabem. Eles não agem assim porque querem deliberadamente mentir, mas porque estão preservando valores morais importantes na geração deles.8. Mantenha a sua atenção no mundo! Uma notícia de jornal, um livro encontrado numa livraria, uma conversa em família podem ser fonte de muita informação. 9. Você tem que se despir de preconceitos quanto a quem vai encontrar entre os seus ascendentes. Se tiver vergonha de descender de pessoas que viveram do seu próprio trabalho ou que emigraram para "puxar enxada", se prefere esconder que tinha um bisavô meio índio ou uma avó negra, ou sendo uma pessoa de rígidos princípios morais que se escandaliza com filhos fora do casamento, melhor não se aventurar em Genealogia... especialmente no Brasil! 10. Você tem que deixar de lado de uma vez por todas aquelas lendas megalomaníacas de que descende de um nobre exilado e empobrecido ou ainda de reis e rainhas. Pode ser até que você ache um conde entre seus ancestrais. Não é impossível. Mas a maioria esmagadora dos nossos avoengos era gente plebéia, que vivia uma vida simples e sem grandes brilhos sociais. Orgulhe-se de seus antepassados! 11. Você tem que ser honesto em relação às informações colhidas. Se você descobrir um ancestral que foi ladrão de cavalos, paciência. Se isso ferir muito o seu ego, desista da Genealogia. 12. A pesquisa Genealógica não tem fim. Você pode se impor um limite: "vou até os trisavós ou até os vigésimos avós..." Tudo depende da sua disposição, temperamento, necessidade, vontade e gosto. A Pesquisa Genealógica pode ser o trabalho de meses, de anos e até de uma vida inteira. Nunca, porém, será uma atividade imediatista. Se você optar por uma pesquisa não superficial é porque está em busca de suas raízes, de sua identidade familiar. A profundidade das suas investigações vai além de nomes e datas: ela obetiva contar uma história. Por isso, é importante registrar a personalidade de cada antepassado, suas lutas, suas conquistas, suas decepções e perdas, seus feitos, seu modo de vida, seus amores. Você não só terá um registro da trajetória de um indivíduo, mas estará delineando o quadro histórico de toda uma época. A Vida, enfim. 13. Você tem que ser persistente. 14. Você tem que ser muito persistente!!! 15. Se você chegou até aqui neste texto, das duas uma: ou já se inoculou com o «vírus» da genealogia ou... vai se contaminar em breve! Parabéns! Junte-se às listas de discussão, leia todos os sites importantes sobre o assunto (veja em Links & Navegação), providencie fichas de família e de grupos, mapas de costado, baixe (ou compre) um software (veja em Programas Grátis e Demo) e mãos à obra.O seu trabalho está apenas começando... Uma dica valiosa: Existem muitas Listas de Discussão na Internet sobre o tema Genealogia. Nestas listas (como em outras quaisquer), você pode encontrar de tudo: profissionais e amadores, pessoas arrogantes e modestas, experientes e iniciantes, gente que tripudia sobre a ingenuidade ou o desconhecimento dos companheiros de lista os que são generosos com as informações que colhem. Há ainda dois tipos de oportunistas: aqueles que querem "explorar" os colisteiros pretendendo que os outros pesquisem por ele próprio e um outro tipo que está lá só para vampirizar o trabalho alheio. Mas você vai descobrir também muita gente ética, simpática, cordial e de boa-vontade, que tem real prazer em dar boas explicações e compartilhar informações. Participar de listas é uma delícia, a gente aprende muito e faz amigos de verdade. Sendo genealogista amador(a), não se envolva em discussões estéreis para não servir de lenha para a fogueira das vaidades; divida seus achados e descobertas, pergunte sim, mas não fique cobrando respostas dos companheiros, não tome partidos em debates acadêmicos (que muitas vezes nem acadêmicos são, mas apenas vitrine de vanidades), não ofenda ninguém, seja cortês em todas as ocasiões e mantenha a urbanidade. Você só tem a ganhar... Descendo a ladeiraDescendo a ladeira Por algumas semanas tentei não escrever sobre os escandalos brasileiros: a gente corre o risco de se contaminar com a feia doença do pessimismo. Tirei uma folga dos temas assustadores desta nossa democracia minada pela impunidade: pressões de autoridades e leis tortas liberam a corrupção e libertam bandidos. Em que aspecto nossa justiça é boa, em que outros nos confunde ainda mais? A evidencia e a complexidade do que vem acontecendo não admitem refúgio permanente em temas humanos como amizade, velhice e educação. Vamos ao que houve recentemente em nosso amado Brasil: Fica dificil permanecer alheio à nossa degringolada. Começo a ter vontade de sumir - se não do Brasil, ao menos de aspectos de sua realidade que o isultam e mancham. Como chegamos a tamamnha decadência, não sei explicar. Ninguem me dá uma explicação satisfatória. Mas consolemo-nos: a tambem confusa guerra está distante, podemos continuar alegrinhos, sem catiúchas caindo em nossa alienada cabeça. Os roncos e estrondos lá fora, de madrugada, são apenas os rachas na minha rua. as cotas para as pessoas de cor entrarem em univesidades, independetemente de sua capacidade, vão resolver a tragédia da educação brasileira, e o insensato estímulo ao racismo não parece importar. Na descida pela ladeira, ou abrimos os olhos e fazemos melhores escolhas, ou os mantemos fechados, e ...seja o que os deuses quiserem. Lya Luft é escritora e assina a Coluna Ponto de Vista da revista Veja Revista Veja de 09.08.2006 - edição 31 8月9日 Violencia em S. Paulo e no Oriente MédioViolência em SP e no Oriente MédioNa madrugada desta segunda, dia 7 de agosto, a cidade de São Paulo sofreu mais uma onda de violência. Do outro lado do mundo, no Oriente Médio, o domingo e a segunda foram violentos também na região. Só nesta segunda-feira Israel e o grupo Hezbolá, que estão em guerra, já registraram 57 mortes. Em São Paulo, nenhuma morte foi confirmada. O caso mais grave foi uma bomba que atingiu o Ministério Público Estadual. O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, pediu o exército nas ruas da maior cidade do País. |
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